Se você costuma xingar tudo e todos no Twitter ou reproduzir conteúdos sem se preocupar com o crédito ou em checar se são verdadeiros, cuidado. Mesmo que não tenha a intenção de prejudicar ninguém, certas atitudes online podem lhe trazer dores de cabeça – e culminar até em problemas jurídicos, dependendo da situação. Justamente para ajudar os internautas a evitar esse tipo de problema, foi criado o manual “Dicas do blogueiro seguro” (veja quadro abaixo).
O guia foi lançado na Campus Party 2012 e distribuído nesta quarta-feira (15), durante a versão paulista do Social Media Week (evento sobre mídias sociais realizado simultaneamente em 12 cidades do mundo). Apesar de mais voltadas a quem tem blog, as dicas são úteis para qualquer conteúdo que você for postar na internet, incluindo atualizações no Twitter e Facebook.
Veja as dicas abaixo, tiradas do manual (disponível, na íntegra, aqui)
| Criticar não é ofender | A escolha do texto certo é essencial para um internauta digitalmente correto |
| Seja claro | Evite mal-entendidos virtuais |
| Respeito é essencial | Perde a razão quem usa palavrão ou ofende o próximo |
| Pisou na bola? Peça desculpas | Não deixe de corrigir sua publicação. O mundo está lhe observando em tempo real |
| Leia antes de publicar | Depois que foi ao ar, não dá para voltar atrás |
| Se beber, não poste! | Fique longe do seu celular e das redes sociais para não ter surpresas desagradáveis no dia seguinte |
| Dê o exemplo | Se alguém passar do ponto com você, responda educadamente. Caso não resolva, denuncie! |
| Evite disseminar boatos e conteúdos falsos | Sempre cheque as informações antes de transmiti-las |
| Seja original | Crie seu próprio conteúdo. Se usar o de outra pessoa, dê o crédito. Mesmo que seja um conteúdo livre e gratuito |
| Muito cuidado com fotos de crianças | Você não tem controle do seu destino - a foto pode até ir parar em site de pedofilia |
| Cuidado ao usar a imagem de pessoas | Elas têm direito de pedir para tirar do ar. Se isso acontecer, retire imediatamente! Use somente imagens já autorizadas e nunca de forma prejudicial à sua reputação |
| Use recursos de geolocalização com muito cuidado | Cuidado com o excesso de exposição. E evite fazer check-in em ambientes profissionais |
A ideia foi da advogada especialista em direito digital Patrícia Peck após ter feito um levantamento que mostrou que 98% dos crimes na internet ocorrem por desconhecimento da lei. Só 2% são causados realmente por má-fé. “As pessoas tinham de ser treinadas para a vida digital”, defende ela.
Segundo a advogada, a infração mais comum na web é a ofensa. Depois vêm o uso de imagens sem autorização, a reprodução ilegal de conteúdos com direitos autorais, vazamento de informações e falsa identidade (usar o login e a senha de alguém ou ter uma conta no Twitter fingindo ser outra pessoa, por exemplo).
Em São Paulo, o Social Media Week acontece no Museu da Imagem e do Som (MIS) até esta sexta-feira (17).
Via Uol Tecnologia
A Oi vai oferecer internet gratuita nas cidades do Rio de Janeiro e Salvador durante o Carnaval. Cerca de 500 antenas Wi-Fi foram instaladas na orla da Zona Sul do Rio (Copacabana, Ipanema e Leblon).
Salvador ganhará os pontos de acesso nesta semana. A conexão é gratuita enquanto durar o Carnaval e não possui limite de download. Não há planos para uma operação parecida no Recife.
Via MundoBit
Um estudo realizado algum tempo atrás mostrou um dado muito interessante. Neste, foi mostrado um pouco do cenário do Twitter e sua principal utilidade, dar voz as pessoas. O estudo publicado pela International Journal of Communication, mostrou que no Egito e na Tunísia as pessoas tinham uma tendência muito maior a seguir jornalistas, blogueiros e ativistas do que qualquer organização de mídia.
É claro que os cenários dos países onde a pesquisa foi realizada são diferentes da grande maioria, mas nem por isso não devemos pensar na aplicação deste mesmo questionamento em outros lugares. O Twitter sempre serviu como uma ferramenta para se conectar com as pessoas, ouvir suas opiniões, ideias e ver o que tinham para compartilhar. Um jornalista “pode” compartilhar conteúdo de qualquer lugar, um meio de comunicação provavelmente vai compartilhar apenas o que lhe pertence (na grande maioria).
Ou seja, a ideia de seguir mais pessoas que tenham conteúdo do que grandes grupos de comunicação parece muito mais natural em relação ao Twitter.
Via Midiatismo
Enquanto a Microsoft prepara o lançamento da versão final do Internet Explorer 10, o Google tem investido pesado no próprio navegador, o Chrome. Tanto que, mal lançou o modelo 16 do browser há poucos meses, e acaba de divulgar o Google Chrome 17.
A 17ª edição do navegador foi liberada oficialmente na última quarta-feira (08/02) para dispositivos com Android e computadores com sistema operacional Windows, Mac e Linux. Ele traz ótimas novidades, mais segurança e agilidade na navegação e download de arquivos.
Além das correções de bugs, melhorias e estabilidade, o Chrome 17 está ainda mais veloz para carregar as páginas da web através de um mecanismo de busca avançado capaz de renderizar os sites antes mesmo que o usuário termine de digitar os links que deseja acessar. Isso significa que, ao digitar uma URL na "omnibox" - a barra de endereços do browser -, o Chrome pré-renderiza a possível página a ser aberta. Ao teclar "Enter", o site, então, é exibido instantaneamente.
O recurso também funciona em pesquisas do Google, onde os resultados mais relevantes são pré-carregados automaticamente.

Google Chrome (Reprodução)
"O Chrome compreende os sites que você costuma visitar. Dessa forma, quando você começa a escrever a URL na barra de navegação, a digitação se autocompleta, fazendo com que a página apareça mais rapidamente – ou às vezes instantaneamente – assim que a tecla Enter é digitada", explicou Noé Lutz, engenheiro de software e vigilante de malware do Google.
Falando em malware, a segurança foi um item mais aprimorado no Chrome 17. Além de checar uma lista dos arquivos já considerados perigosos no momento do download, a partir de agora ele faz a verificação de dados executáveis (arquivos como *.exe e *msi). Se o arquivo transferido não estiver em uma lista de aplicativos seguros, o Chrome faz uma busca no Google para obter mais informações - se o servidor é conhecido por hospedar malwares, por exemplo - e determinar se aquele executável é seguro ou potencialmente perigoso. Se a resposta for positiva, o navegador vai exibir um alerta para que ele seja descartado.
Via Olhar Digital